Revista Espírita - Jornal de estudos psicológicos - 1862

Allan Kardec

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Crede em nós; nós somos a centelha,

Raio brilhante vindo do seio de Deus,

Que projetamos sobre as almas novas,

Que no berço choram o céu azul.

Crede em nós; nossa chama leve,

Espírito errante pelos túmulos amigos,

Venceu o obstáculo, passou a barreira

Entre nós posta pelo Eterno.

Crede em nós.

As trevas e as mentiras

Se dispersam quando, suaves e risonhas,

Vimos do Céu deitar em vossos sonhos

O néctar, o mel e a ambrosia.

Crede em nós. Erramos no espaço

Para vos guiar. Crede em nós,

Que vos amamos...

Cada hora que passa,

Ó exilados, mais nos aproxima.



ELISA MERCOEUR

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